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Regime híbrido no Simples Nacional: entenda como vai funcionar
A Reforma Tributária trará mudanças importantes para as empresas optantes pelo Simples Nacional. Entre elas está a possibilidade do chamado regime híbrido, no qual a empresa poderá manter parte dos tributos dentro do Simples e recolher IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) separadamente, seguindo as regras do regime regular.
Como funcionará o regime híbrido?
Segundo a matéria, as empresas terão basicamente duas possibilidades. No recolhimento unificado, IBS e CBS permanecem integrados ao DAS juntamente com os demais tributos. Já no regime híbrido, IBS e CBS serão apurados “por fora” do Simples Nacional, enquanto tributos como IRPJ, CSLL, CPP e IPI continuarão sendo recolhidos de forma unificada conforme as regras aplicáveis ao regime.
Qual pode ser a vantagem?
Um dos principais pontos está no aproveitamento de créditos tributários.
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Ao optar pelo modelo híbrido, a empresa poderá se creditar de IBS e CBS nas aquisições admitidas pelas regras do regime regular e também poderá proporcionar créditos integrais desses tributos aos seus clientes pessoas jurídicas.
Isso pode ser especialmente relevante para empresas que atuam no mercado B2B, já que os créditos tributários recebidos pelo comprador podem influenciar a escolha de fornecedores e, consequentemente, a competitividade do negócio.
A escolha exige planejamento
A decisão entre permanecer totalmente no modelo unificado ou adotar o regime híbrido não deve considerar apenas a forma de recolhimento dos impostos.
É necessário avaliar aspectos como fluxo de caixa, margem de lucro, possibilidade de aproveitamento de créditos, perfil dos clientes, fornecedores e competitividade da empresa.
A matéria também destaca que a opção terá regras e períodos específicos e que parte dos procedimentos ainda depende de regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional.
O que as empresas devem fazer?
Com a implementação da Reforma Tributária, o planejamento será ainda mais importante. Cada empresa possui uma realidade diferente, e a opção mais vantajosa dependerá de uma análise individualizada.
Por isso, antecipar simulações e avaliar os impactos do novo modelo com apoio contábil pode fazer a diferença na tomada de decisão.
Sua empresa está preparada para as mudanças da Reforma Tributária?
Acompanhar as novas regras e entender seus impactos é fundamental para escolher o modelo mais adequado e evitar decisões que possam comprometer a margem e a competitividade do negócio.
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Fonte: Jornal Contábil





